domingo, 29 de agosto de 2010

Meu violão, desafinado,
deita, morto, em meu abraço
cinco cordas ao desalento,
Meus dedos fita, o nosso laço

Não toca, nem canta
Nem soa, nem ama

Meu violão, se acabou a nossa poesia...
O amargo agora é silêncio
E a vida
silencia.